{"id":117,"date":"2010-10-14T23:15:23","date_gmt":"2010-10-15T02:15:23","guid":{"rendered":"http:\/\/victormellao.com.br\/piergiorgio\/?p=117"},"modified":"2025-08-04T11:23:54","modified_gmt":"2025-08-04T14:23:54","slug":"a-devocao-a-nossa-senhora-alimento-para-a-fe-em-pier-giorgio-frassati","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.piergiorgio.com.br\/?p=117","title":{"rendered":"A Devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora: Alimento para a f\u00e9 em Pier Giorgio Frassati"},"content":{"rendered":"<div><em>Frei Alessandro Rosso, o.f.m. cap.<\/em><\/div>\n<div><\/div>\n<p>Pier Giorgio Frassati, desde a primeira juventude, teve uma ades\u00e3o humilde e forte \u00e0 f\u00e9 recebida em germe no santo Batismo, alimentada pela educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 recebida na fam\u00edlia e, sobretudo, pelos sacerdotes que o prepararam para os sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3. E esta ades\u00e3o foi, pouco a pouco, crescendo com o estudo do catecismo e do Evangelho, com a ora\u00e7\u00e3o ass\u00eddua e uma profunda devo\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica e mariana.<\/p>\n<p><strong><em>1 &#8211; A f\u00e9, fundamento da vida espiritual do Beato<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Sua f\u00e9 era plena, forte, alegre e operosa. E, desta f\u00e9, provinha a sua caridade multiforme e o zelo para conduzir outros \u2013 fossem amigos ou pobres assistidos \u2013 para o amor do Senhor.<br \/>\n\u00c9 importante, para compreender como a f\u00e9 era realmente o fundamento da vida espiritual de Pier Giorgio, transcrever tr\u00eas trechos das cartas dirigidas ao amigo Isidoro Bonini, que remontam aos \u00faltimos meses de sua vida e que s\u00e3o citadas no volume: <em>Lettere di Pier Giorgio Frassati <\/em>(\u201cCartas de Pier Giorgio Frassati\u201d), Queriniana, 1950.<\/p>\n<p>15 de janeiro de 1925<br \/>\n<em> \u201c&#8230; De tempos em tempos, me pergunto: continuarei buscando seguir o bom caminho? Terei a ventura de perseverar at\u00e9 o fim? Em meio a este tremendo embate diante das d\u00favidas, a f\u00e9 que me foi dada no Batismo me aconselha com voz segura: \u2018Por si mesmo, voc\u00ea n\u00e3o far\u00e1 nada, mas se tiver a Deus como centro de todas as suas a\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o, sim: voc\u00ea chegar\u00e1 ao fim\u2019. \u00c9 justamente isso que gostaria de poder fazer e tomar como lema o dito de Santo Agostinho: \u2018\u00d3 Senhor, inquieto est\u00e1 o nosso cora\u00e7\u00e3o enquanto n\u00e3o repousa em ti\u2019&#8230;\u201d <\/em>(o.c. p. 192).<\/p>\n<p>29 de janeiro de 1925<br \/>\n<em> \u201c&#8230; Terei a for\u00e7a para chegar? Sem d\u00favida, a f\u00e9 \u00e9 a \u00fanica \u00e2ncora de salva\u00e7\u00e3o e \u00e9 preciso agarrar-se fortemente a ela. Que seria toda a nossa vida sem ela? Nada, ou melhor: seria consumida inutilmente, pois, no mundo, s\u00f3 h\u00e1 dor e a dor sem a f\u00e9 \u00e9 insuport\u00e1vel, enquanto que a dor alimentada\u00a0 pela pequena chama da f\u00e9 se torna algo de belo porque robustece a alma para a luta&#8230;\u201d <\/em>(o.c. p. 194).<\/p>\n<p>27 de fevereiro de 1925<br \/>\n<em>\u201c&#8230; pobres infelizes aqueles que n\u00e3o t\u00eam f\u00e9! Viver sem uma f\u00e9, sem um patrim\u00f4nio a ser defendido, sem sustentar, numa luta cont\u00ednua, a verdade n\u00e3o \u00e9 viver, mas \u00e9 ir vivendo. N\u00f3s nunca devemos ir vivendo, porque, tamb\u00e9m atrav\u00e9s de qualquer desilus\u00e3o, devemos nos lembrar de que somos os \u00fanicos que possu\u00edmos a verdade; temos uma f\u00e9 a sustentar, uma esperan\u00e7a a atingir: a nossa P\u00e1tria. E, por isso, expulso qualquer tristeza, que s\u00f3 pode existir quando se perde a f\u00e9&#8230;\u201d <\/em>(o.c. p. 196).<\/p>\n<p>Alimento de sua f\u00e9 e de sua multiforme caridade foi, sem d\u00favida, a sua piedade eucar\u00edstica; mas, fundamento e guia foi a sua devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora, \u00e0 sua Mam\u00e3e do c\u00e9u. Era o que recordava, em uma de suas confer\u00eancias, o amigo Marco Beltrano Ceppi, depois anexada ao <em>Processo Apost\u00f3lico <\/em>(Summ, p. 296).<br \/>\n<em>\u201cSe voc\u00eas me perguntassem qual era o meio seguro sobre o qual ele se apoiava para realizar uma assim constante obra-prima de vida intimamente unida a Deus, eu n\u00e3o hesito em lhes responder que o segredo da perfei\u00e7\u00e3o espiritual de Pier Giorgio deve ser buscado, de modo especial, na sua ass\u00eddua, sincera profunda e tern\u00edssima devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Virgem Maria. N\u00f3s todos, que vivemos alguns anos pr\u00f3ximos a Pier Giorgio, n\u00e3o podemos separar sua lembran\u00e7a da lembran\u00e7a de seu amor filial \u00e0 Maria\u201d. <\/em><br \/>\nO Padre Karl Rahner, sj, que conheceu Pier Giorgio na d\u00e9cada de 20, na Alemanha, num testemunho narrado pela irm\u00e3 Luciana Frassati, no livro <em>Mio fratello Pier Giorgio. LA FEDE <\/em>(\u201cMeu irm\u00e3o Pier Giorgio. A F\u00c9\u201d), escreve:<br \/>\n<em>\u201cNa \u00e9poca, Pier Giorgio tinha vinte anos. Uma de suas paix\u00f5es era Dante&#8230; E o trecho que repetia, sempre com entusiasmo e de mem\u00f3ria, era a ora\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Bernardo \u00e0 M\u00e3e de Deus: \u2018Virgem M\u00e3e, filha do teu Filho\u2019. Pier Giorgio, que sentia um profundo amor por sua m\u00e3e, era naturalmente levado a venerar, com ternura indiz\u00edvel, a outra M\u00e3e do c\u00e9u&#8230;\u201d<\/em> (p. 199). <em>\u201cEm Freiburg, eu me admirava quando o via rezando, em voz alta, o ter\u00e7o no seu quarto. Ent\u00e3o, n\u00e3o podia compreender muito bem: um jovem do nosso tempo, antes que amar verdadeiramente o ros\u00e1rio, deve possuir uma bela piedade\u201d<\/em> (p. 229).<\/p>\n<p><strong><em>2 &#8211; A devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A irm\u00e3 Luciana, no <em>Processo Apost\u00f3lico, <\/em>dep\u00f4s assim sobre a devo\u00e7\u00e3o de Pier Giorgio \u00e0 Nossa Senhora, verdadeira luz e apoio no seu caminho de f\u00e9:<br \/>\n<em>\u201cPier Giorgio teve uma devo\u00e7\u00e3o instintiva, que foi crescendo sempre mais com o passar dos anos, \u00e0 grande M\u00e3e, a Virgem Maria. Ele sentia todo o seu fasc\u00ednio&#8230; As flores eram sua homenagem mais calorosa e mais evidente. Em toda lugar em que a Virgem seria festejada, l\u00e1 aparecia Pier Giorgio com o seu ramalhete \u2013 \u00e0s vezes, enorme&#8230;\u201d.<\/em><br \/>\nEla tamb\u00e9m recorda que Pier Giorgio logo criou o h\u00e1bito de ir em peregrina\u00e7\u00e3o aos Santu\u00e1rios Marianos. Os dois preferidos no Piemonte eram os de Oropa e da Consolata. Em Turim, o de Maria Auxiliadora. Muitos sacerdotes e amigos sublinham o mesmo fato.<br \/>\nEm 1918, pediu e obteve, freq\u00fcentando o <em>\u201csociale\u201d<\/em> de Turim dos padres jesu\u00edtas, a inscri\u00e7\u00e3o na Congrega\u00e7\u00e3o Mariana, consagrando-se, assim, de modo especial \u00e0 Sant\u00edssima Virgem.<br \/>\nA prop\u00f3sito da devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora Negra de Oropa, o Reverendo Padre Ces\u00e1rio Borla relembrava no <em>Processo Informativo<\/em>: <em>\u201cFicou-me impresso na alma a lembran\u00e7a do gozo e da alegria com que tomou parte nas festas para a coroa\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de Oropa, que se deu pelas m\u00e3os do Legado Pontif\u00edcio, S. Ex.a Cardeal Valfr\u00e9 di Bonzo (28 de agosto de 1920). Depois de ter assistido a mais de uma Missa e de ter comungado, dedicou-se inteiramente a ajudar os organizadores dos festejos tanto quanto podia. Passou o dia inteiro no Santu\u00e1rio, do qual s\u00f3 saiu quando a noite descia sobre o vale&#8230; Nunca ia a Pollone sem ir visitar o Santu\u00e1rio de Oropa, para onde se dirigia, muitas vezes a p\u00e9, fazendo uma peregrina\u00e7\u00e3o de cerca de duas horas\u201d <\/em>(Summ. Introd. Causae, p. 161s).<br \/>\nA irm\u00e3 Luciana ainda relembra que, se o dia de Pier Giorgio come\u00e7ava com a Missa e a Comunh\u00e3o, prosseguia, como \u00e9 pr\u00f3prio de um bom terceiro dominicano, com a recita\u00e7\u00e3o do Of\u00edcio de Nossa Senhora e terminava sempre com a reza do santo ter\u00e7o, estivesse ele em casa ou no ref\u00fagio da montanha.<br \/>\nPodia, \u00e0s vezes, acontecer-lhe, tomado pelo cansa\u00e7o, de dormir durante a recita\u00e7\u00e3o. Numa tarde, coincidiu que o pai o achou adormecido com o ter\u00e7o na m\u00e3o. Encontrando-se com o p\u00e1roco, de quem era amigo, assim se expressou: \u201cMas, o que senhores fizeram do meu filho? Imagine que o encontrei na cama, adormecido com o ter\u00e7o na m\u00e3o!\u201d<br \/>\nRespondeu o piedoso e prudente sacerdote: \u201cE o senhor preferiria, Senador, que ele dormisse com algum namorisco por perto?\u201d. \u201cAh! Isto n\u00e3o!\u201d.<br \/>\n\u201cEnt\u00e3o, deixe-o continuar com seu estimado costume. Certamente, n\u00e3o ter\u00e1 que se arrepender disso!\u201d.<br \/>\nCultivava no jardim da casa de Pollone plantas de <em>coyx lacryma <\/em>e levava os gr\u00e3os para as Irm\u00e3s Franciscanas Angelinas, a fim de que fizessem ter\u00e7os que ele se alegrava em dar aos amigos para estimul\u00e1-los a esta ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><em>3 &#8211; De joelhos no Santu\u00e1rio de Loreto<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Entre os Santu\u00e1rios Marianos que ele visitou est\u00e1 tamb\u00e9m o Santu\u00e1rio de Loreto, que guarda a santa Casa de Nazar\u00e9, onde Maria Sant\u00edssima recebeu o an\u00fancio da Encarna\u00e7\u00e3o do Verbo de Deus e onde disse o seu SIM.<br \/>\nLuciana Frassati lembra que o fato se deu no final de agosto ou em 1\u00ba de setembro, antes de ir a Assis (2-5 de setembro de 1919). Eis como o relata em seu livro <em>Mio fratello Pier Giorgio. LA FEDE<\/em> <em>:<\/em><br \/>\n<em>\u201cEm Loreto, por exemplo, certa manh\u00e3, n\u00e3o o encontramos mais no hotel. Come\u00e7amos a procur\u00e1-lo por toda parte e acabamos por encontr\u00e1-lo j\u00e1 na igreja, sozinho, ajoelhado sobre o frio degrau do altar.<\/em><br \/>\n<em> Tinha sentido uma atra\u00e7\u00e3o t\u00e3o forte pela casa de Nossa Senhora, a ponto de n\u00e3o suportar mais ficar na cama e num quarto como n\u00f3s\u201d<\/em> (p. 213).<br \/>\nSobre esta visita \u00e0 casa de Nossa Senhora, fala tamb\u00e9m o Padre Robert Claude, sj, no seu livro: <em>Frassati parmi nous <\/em>(\u201cFrassati entre n\u00f3s\u201d):<br \/>\n<em>\u201cCerta manh\u00e3, em Loreto, seu companheiro de quarto que o busca em v\u00e3o, acaba por encontr\u00e1-lo na bas\u00edlica, ajoelhado junto ao altar-mor, como que a fazer \u2013 assim parece \u2013 sua a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as. Quis se aproximar dele, mas algo o reprimiu, uma emo\u00e7\u00e3o o deteve: \u2018N\u00e3o saberia dizer o que aconteceu comigo naquele momento. Eu o senti t\u00e3o magn\u00e2nimo e t\u00e3o acima de mim&#8230;\u2019\u201d<\/em> (p. 15).<br \/>\nDe sua ora\u00e7\u00e3o humilde e insistente e de uma medita\u00e7\u00e3o dos mist\u00e9rios do santo ros\u00e1rio e dos exemplos da Sant\u00edssima Virgem, ele hauriu o impulso n\u00e3o s\u00f3 para uma ascens\u00e3o rumo \u00e0 santidade, mas tamb\u00e9m para um zelo apost\u00f3lico intenso.<br \/>\nEstava inscrito na Obra da Propaga\u00e7\u00e3o da F\u00e9, desde os primeiros anos da juventude, e se empenhava a dar a conhecer aos amigos a verdade da f\u00e9.<br \/>\nSeu companheiro e depois sacerdote Padre Giovanni Bertini dep\u00f4s no <em>Processo Apost\u00f3lico:<\/em><br \/>\n<em> \u201cO esp\u00edrito de apostolado era vivo nele. Aproximava-se de muitas pessoas, especialmente dos colegas universit\u00e1rios, aos quais levava sempre uma palavra de f\u00e9 e de esperan\u00e7a, com muita do\u00e7ura e amabilidade, sem assumir ares de quem quer se fazer de mestre, mas, no entanto, com muita firmeza\u201d.<\/em><br \/>\nEm agosto de 1923, o tio Pietro Frassati que, embora honesto, sempre se recusara a seguir as pr\u00e1ticas da f\u00e9 crist\u00e3, estava agonizando.\u00a0 Pier Giorgio precipitou-se para junto dele e conseguiu persuadi-lo a receber a visita do sacerdote e, em seguida, com l\u00e1grimas nos olhos, tamb\u00e9m os santos sacramentos. Escreveu sobre isso ao amigo Antonio Severi, aos 20 de agosto de 1923, comentando o fato com estas palavras de humildade e orgulho crist\u00e3o:<br \/>\n<em>\u201cDeus, certamente na sua infinita miseric\u00f3rdia, n\u00e3o levou em conta meus inumer\u00e1veis pecados, mas escutou minhas ora\u00e7\u00f5es e aquelas de minha fam\u00edlia, e concedeu ao tio a grande gra\u00e7a de receber com plena consci\u00eancia os \u00faltimos Sacramentos.<\/em><br \/>\n<em> Creio que esta vida deve ser uma prepara\u00e7\u00e3o cont\u00ednua para a outra, porque nunca se sabe o dia, nem a hora da nossa morte\u201d <\/em>(<em>Lettere<\/em> o.c., p. 178).<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 palavras mais apropriadas para encerrar estas reflex\u00f5es sobre a devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora, inspiradora e guia do Beato Pier Giorgio Frassati numa vida de f\u00e9 e de zelo apost\u00f3lico, do que aquelas pronunciadas por Jo\u00e3o Paulo II no <em>Angelus<\/em> de 20 de maio de 1990, dia de sua solene beatifica\u00e7\u00e3o:<br \/>\n<em>\u201cCaros jovens, convido-os a imitar o exemplo de novo Beato. Saibam, tamb\u00e9m voc\u00eas, se recolherem muitas vezes na ora\u00e7\u00e3o e na medita\u00e7\u00e3o ao lado da M\u00e3e do Redentor, para fortalecer a f\u00e9 e para inspirar, no modelo de vida de Maria Sant\u00edssima, o seu servi\u00e7o a Cristo e \u00e0 Igreja. Assim, voc\u00eas saber\u00e3o se empenhar com entusiasmo e alegria na nova evangeliza\u00e7\u00e3o, para encontrar as solu\u00e7\u00f5es que respondem \u00e0s exig\u00eancias da vida espiritual e civil deste nosso tempo\u201d.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frei Alessandro Rosso, o.f.m. cap. Pier Giorgio Frassati, desde a primeira juventude, teve uma ades\u00e3o humilde e forte \u00e0 f\u00e9 recebida em germe no santo Batismo, alimentada pela educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 recebida na fam\u00edlia e, sobretudo, pelos sacerdotes que o prepararam para os sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3. 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