A Consolata.

“Turim, 20 de junho de 1925.

A habitual procissão da Consolata envolve, naquele dia, a transladação das relíquias do bem-aventurado Cafasso.Giovanna Litzier, ex-professora, escreve: ‘Quando a urna passou diante de nós, houve um momento de grande recolhimento, durante o qual vi Pier Giorgio de joelhos e tão concentrado em rezar que parecia esquecido de tudo o que o rodeava. Devo dizer que, quando recebi a notícia da sua doença e do seu fim prematuro, pensei que ele, naquele momento, tivesse oferecido a Deus a sua vida pela salvação de alguma alma muito querida para ele’.No início do mês, ele soubera da intenção do pai de se separar da mãe”.

(Do livro “Calendario di una vita. 1901-1925. Pier Giorgio Frassati”, editado por Luciana Frassati)

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